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Frase da Semana
"Devemos medir tudo o que for mensurável
e tornar mensurável aquilo que não é"
Galileu Galilei
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O
Ministério da Educação contratou Nina Horta,
banqueteira, cronista e colunista especializada em gastronomia,
para montar um ciclo de sete oficinas com merendeiras de todo o
país. E o projeto resultou no livro "Vamos comer - da
Viagem das Merendeiras, Crônicas e Conversas".
"Apesar de ficarem em segundo plano, elas são fundamentais
como educadoras do paladar infantil" - diz Nina.
Uma de suas preocupações era de que as merendeiras
eram muito influenciadas pelas nutricionistas. "Comida não
é remédio, é nutrição, sim, mas
também todo o resto, hora de criancinha comer com prazer,
parar, ficar feliz, relaxar. Nossa visão era mais virada
para o prazer, mais ligada aos sentidos".
As merendeiras preparam, ao todo, 37 milhões de refeições
infantis por dia.
"Elas fazem comida simples, saborosa e sem frescura. São
criativas e cozinham como grandes chefs. Isso porque a grande moda
agora é comida regional, valorizando a mãe e a avó",
afirma Nina.
A publicação faz parte de um grupo de cinco, com uma
tiragem de 200 mil exemplares, que serão distribuídos
para a pré-escola e ensino fundamental das escolas públicas
de todo o Brasil.
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Fome Zero e a Escola
do Sabor
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Entre
as ações propostas para o Programa Fome Zero, dentro
de Políticas Específicas, está a Educação
para o consumo de alimentos, onde estão previstas campanhas
publicitárias para educar a população sobre
as necessidades de uma dieta balanceada, na prevenção
de desnutrição e da obesidade.
O Programa de Educação Alimentar e para o Consumo
prevê uma série de ações que buscam informar
e orientar a população em geral. A idéia é
inserir a discussão em outros programas governamentais, nos
meios de comunicação, escolas, empresas e na família
para que o brasileiro passe a ter mais consciência na hora
de escolher o que levar à mesa. http://www.fomezero.gov.br/
O Projeto Escola do Sabor, elaborado pelo Centro de Qualidade em
Horticultura da CEAGESP, integra- se nesta proposta de ação.
O projeto Escola do Sabor está sendo preparado para atingir
crianças entre nove e dez anos, junto às escolas públicas
e privadas. As crianças dessa faixa de idade são as
mais receptivas às mensagens de hábitos apropriados
de consumo alimentar, que, uma vez incorporados ao cotidiano, se
estabelecerão por toda a vida e poderão influenciar
familiares e amigos. Este é o estágio em que os programas
escolares incluem tópicos sobre hábitos alimentares,
higiene e saúde em geral.
A equipe responsável pelo projeto é formada por educadores,
por especialistas em frutas e hortaliças frescas do Centro
de Qualidade em Horticultura da CEAGESP e pessoal capacitado na
produção de material didático, na articulação
com as escolas e no acompanhamento de grupos de crianças
em visitas monitoradas. Entre os seus objetivos está a promoção
do consumo de frutas e hortaliças frescas, através
da percepção do seu sabor e rica diversidade.
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Em vez de pinus, eucalipto
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Quem olha uma caixa K (caixa utilizada para embalar produtos hortifrutícolas)
pensa que construí-la é muito fácil. O formando
de engenharia florestal, Felipe Atoline, mostra aqui alguns dos
efeitos da ignorância na fabricação de uma simples
caixa K.
Cada vez mais se observa no mercado a substituição
da madeira de pinus pela madeira de eucalipto na confecção
dessas embalagens. No caso de produtos provenientes do sul da Bahia
e do norte do Espírito Santo, praticamente não se
encontra mais embalagens de pinus.
Isto acontece por causa da substituição dos plantios
de pinus pela cultura do eucalipto na região, impulsionada
pelas empresas de papel e celulose que se estabeleceram na região
que, além de aumentarem suas áreas de produção,
incentivaram o plantio por terceiros. Resultado: não existe
mais madeira de pinus disponível na região. Isso tem
obrigado as serrarias que produzem embalagens a adotar a madeira
de eucalipto, já que o baixo valor agregado das embalagens
e as estreitas margens de lucro inviabilizam a compra de madeira
em outras regiões, devido ao custo do frete.
E começaram os problemas...
A madeira de eucalipto, que é uma árvore classificada
como "folhosa", é mais dura que a madeira de pinus,
árvore "conífera". Por ser mais dura é
uma madeira mais difícil de ser trabalhada. Outro fator importante
é a velocidade de crescimento. O eucalipto apresenta um crescimento
muito rápido, o que provoca a formação de tensões
de crescimento na madeira. Depois do corte, essas tensões
são liberadas, e se não for feito um criterioso trabalho
de desdobro e secagem, essas tensões geram uma série
de defeitos na madeira.
Os defeitos mais comuns são os empenamentos, encanoamentos
e rachaduras, mas também podem surgir torções
e abaulamentos. Tudo depende de como a madeira foi serrada e secada.
Além disso a madeira de eucalipto é mais pesada que
a de pinus, aumentando o esforço de todos os envolvidos na
sua movimentação, dos equipamentos aos carregadores.
Quando as embalagens são adquiridas novas geralmente ainda
estão "verdes", ou seja, foram produzidas com madeira
"verde" (não seca, ainda com a umidade natural
da árvore) e não passaram por nenhum processo de secagem.
Depois de montadas as embalagens vão secando e os defeitos
vão aparecendo, geralmente quando já estão
cheias de produtos. E esses defeitos podem reduzir muito a resistência
da embalagem, e em casos extremos pode simplesmente fazer com que
os pregos se soltem ou que a madeira rache onde foi pregada, praticamente
desmontando as embalagens.
O que fazer para evitar problemas?
Em primeiro lugar é preciso comprar embalagens de fabricantes
idôneos, que ofereçam algum tipo de garantia contra
defeitos de fabricação. E sempre exigir a nota fiscal.
É necessário ainda evitar ao máximo a aquisição
de embalagens de madeira "verde" (úmida), e de
embalagens com defeitos visíveis de fabricação
(variação na espessura da ripas, testeiras rachadas,
ripas fortemente encanoadas).
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Vagem:quanto mais tenra,
melhor
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Na comercialização atacadista do dia 28 de fevereiro,
na CEAGESP, havia basicamente três valores de vagem-manteiga
no mercado, num dos maiores atacadistas de vagem : R$ 70,00, R$
40,00 e R$ 35,00. A diferença estava na tenrura ( maciez)
da vagem, característica muito visível para quem conhece
o produto, mas muito pouco mensurável, de difícil
caracterização.
É só uma questão de colher a vagem mais cedo,
mais tenra. Parece muito simples, mas quanto mais tenra a vagem,
mais rápido ela murcha. O desenvolvimento na lavoura é
muito rápido e ele precisa ser colhida todo dia, praticamente.
No pico da colheita fica ainda mais complicado.
O Centro de Qualidade em Horticultura da CEAGESP, no trabalho de
desenvolvimento da norma de classificação de vagem,
ainda não conseguiu encontrar uma forma de mensurar a sua
tenrura. A vagem mais tenra tem mais polpa, é mais fina,
a área ocupada pela semente é maior e não apresenta
ondulações, sinais externos do formato da semente.
Aqui vão os resultados preliminares de uma medição,
que deverá se repetir, que utilizou o maior diâmetro
da vagem, a relação entre o espaço ocupado
pela semente e pela polpa na ocupação do comprimento
da vagem e a medida da intensidade da ondulação através
da relação entre o diâmetro da semente e da
polpa.
Entre todas as medidas feitas a que apresentou relação
mais consistente com a tenrura da vagem foi a relação
entre o espaço ocupado pela semente e o espaço ocupado
pela polpa no comprimento da vagem. Talvez pudéssemos ter
4 classes de tenrura, de acordo com o índice até 0,
de 0 a 1 e de 1 a 2. A vagem com um índice maior que 2, isto
é com uma relação comprimento da semente e
da polpa das semente maior que 3, já estaria passada.
É bom lembrar que o uso deste tipo de medida é necessário
no controle de qualidade. O produtor deverá observar o momento
correto da colheita.
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O caqui é uma fruta asiática que se deu muito bem
no Brasil, especialmente no estado de São Paulo, onde é
cultivado principalmente pela colônia japonesa.
Inicialmente tida como fruta exótica e, portanto, cara, hoje
o caqui é produzido em grandes volumes e tem preço
acessível quando a safra está no auge, o que ocorre
agora em março.
Este ano, os produtores de caqui estão desenvolvendo um trabalho
muito interessante para divulgar o seu produto: uma campanha de
marketing através da qual encaminham artigos sobre o caqui
para emissoras de rádio e televisão e para jornais
e revistas. A campanha também vai promover a venda da fruta
em 26 feiras no município de Guarulhos e terá ainda
exposições educativas com degustações
no Parque do Ibirapuera. Também foi criada na Internet a
página www.hortibrasil.org.br/caqui/,
com muitas informações sobre a fruta.
Vamos torcer para que essa iniciativa pioneira dê certo e
seja imitada pelos produtores de outras frutas e, é claro,
vamos aproveitar, porque agora é tempo de caqui.
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Programa de Rádio "O agronegócio é
o negócio do Brasil" de Otávio Gutierrez de 14
de março de 2.003.
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A banana vai mesmo desaparecer?
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Recentemente apareceu com grande destaque na televisão a
previsão de um cientista belga, que afirma que a banana vai
desaparecer do mundo em dez anos, tragada por pragas incontroláveis.
É claro que a notícia assustou muito os brasileiros,
que adoram banana - banana frita, banana cozida, banana em calda,
banana passa, bananada e simplesmente banana - tanto que o Brasil,
segundo maior produtor mundial de banana, não exporta quase
nada: nós damos conta das mais de 6 milhões de toneladas
que produzimos aqui mesmo.
Será que a banana vai mesmo desaparecer?
A Embrapa, nossa principal instituição de pesquisa
agrícola garante que não. A fragilidade genética
da banana das grandes companhias americanas que plantam na América
Central está no uso de uma única variedade, o que
não fazemos aqui, e também em um monte de besteiras
ecológicas feitas por essas companhias, que fazem mais de
50 aplicações de produtos químicos por ano
nos bananais, para que suas bananas fiquem lisinhas como se fossem
de plástico, bobagem que também não fazemos
aqui.
Portanto, a banana brasileira não apenas não vai desaparecer
como é capaz de vir a substituir a futuramente falecida banana
plastificada que americanos e europeus atualmente consomem.

Programa de Rádio "O agronegócio é
o negócio do Brasil" de Otávio Gutierrez de 26
de março de 2.003.
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Qualidade total na agricultura
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No dia 26 de março de 2003, o Centro Avançado de
Pesquisa Tecnológica do Agronegócio de Engenharia
e Automação do Instituto Agronômico de Campinas
estará promovendo a realização de uma curso
voltado para a difusão dos princípios e aplicações
da filosofia da qualidade total no gerenciamento agrícola.
O curso será ministrado pelo pesquisador Afonso Peche Filho,
especialista em controle de qualidade da mecanização,
e tem como público alvo empresários rurais, administradores,
engenheiros e outros profissionais ligados a área de ciências
agrárias.
O programa enfoca seis tópicos considerados como fundamentais
para entendimento das atividades gerenciais relacionadas com a implantação
da gestão da qualidade em sistemas de produção
agrícola. E será apresentado numa carga horária
de oito horas, distribuídas entre 8:00 e 16:00 horas.
O curso consolida a base de conhecimentos adquiridos pela pesquisa
na aplicação de conceitos da qualidade total na gestão
de sistemas operacionais na produção agrícola.
Maiores informações poderão ser obtidas pelo
telefone 11 45828467 ou 45828155, com Afonso Peche Filho ou Sônia
Elisabete Pereira, ou pelo e-mail apeche@terra.com.br
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O fim da mosca branca
do tomate
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A empresa GRAVENA, de Jaboticabal, especializada em manejo ecológico
de pragas, apresentou uma proposta de trabalho para resolver o problema
da mosca branca do tomate.
Após o desenvolvimento do trabalho todas as áreas
de plantações de tomate, de mesa e industrial, deverão
estar com redução de pelo menos 50% no uso de inseticidas,
através da implementação do sistema Gravena
de Manejo Ecológico de Pragas (MEP) em três anos. O
trabalho prevê :
1. Realização de um plano de pesquisas em busca
de melhores táticas e estratégias para
serem incorporadas ao sistema de MEP já existente atualmente
e desenvolvido pela GRAVENA-ManEcol Ltda.
2. Levar ao conhecimento dos plantadores de tomate a real
possibilidade de redução de custos e agregação
de valores na sua produção através
de cursos, palestras e informes.
3. Treinamento dos Manejadores de pragas que
irão participar do programa tais como meeiros, arrendatários,
proprietários, técnicos, agrônomos, consultores
e empacotadores de tomate.
4. Treinamento de Inspetores de pragas que irão fazer
parte do programa na função de amostragem,
monitoramento e outras atividades relacionadas como o MEP como "rouguing"
de plantas doentes.
5. Implantação de campos pilotos
com a metodologia da Gravena em todas as propriedades que aderirem
ao programa, por cadastramento junto à Gravena-ManEcol Ltda.
6. Programação de dias de campo
nos campos pilotos.
7. Divulgação dos resultados na mídia
e no meio produção / con-sumo.
8. Implementação do MEP na totalidade
da área de adesão do programa.
9. Auxiliar na redução dos problemas técnicos,
ambientais, de resistência e econômicos advindos das
generalizadas infestações do complexo mosca branca
Bemisia tabaci Gennadius / B. argentifolii nos sistemas agrícolas
representados pelos extensos cultivos de tomate de mesa e tomate
industrial, no Brasil.
O prazo para a realização do trabalho, iniciado no
dia 1º de março, é de três anos.
Maiores informações com :
GRAVENA - Manejo Ecológico de Pragas Ltda.
R. Monteiro Lobato, 856, CEP14870-000, Jaboticabal, SP Fone/Fax(016)
323-2221
e-mail gravena@asbyte.com.br
Internet: http://www.limeira.com.br/gconci/gravena.htm
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O
tomate foi o primeiro produto trabalhado pelo Programa Paulista
de Melhoria dos Padrões Comerciais, programa que hoje se
tornou Brasileiro. O tomate é uma das hortaliças mais
importantes. Para garantir o seu abastecimento durante todo o ano
os atacadistas da CEAGESP recebem o produto de diferentes regiões
em diferentes épocas do ano.
A produção de tomate tem passado por problemas graves,
como o da mosca branca. O tomate também foi pioneiro, nas
hortaliças, na adoção de máquinas de
classificação. Máquinas sofisticadas, que lavam
e secam, classificam por cor e tamanho, bem instaladas em barracões
modernos.
Agora além de um produto lavado e classificado, ele chega
também bem embalado, numa das embalagens mais modernas do
mundo, a caixa "hot melt". Colada quente, essa caixa é
mais firme e mais leve. Além da máquina de classificação,
quando o movimento é suficientemente grande, são instaladas
nos barracões as máquinas de montagem destas embalagens.
No final de fevereiro, um dos maiores e mais tradicionais atacadistas
da CEAGESP, Luizão da empresa Santa Cecília Com.
Ltda., também grande produtor de tomates, passou a fornecer
aos seus compradores tomate lavados, classificados, rotulados, em
caixas de papelão de 20 kg.
E mais: o tomate chega paletizado, em caminhão com 14 paletes.
Cada palete tem 48 caixas. São 8 caixas de altura e 6 colunas.
O transporte unitizado é utilizado na saída da origem,
na chegada ao mercado e até na entrega ao comprador. O tempo
de carga e descarga é 8 vezes menor e o produto não
sofre batidas durante a sua movimentação.
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Comparando o frete da
caixa de papelão ao da caixa K (de madeira)
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Embalagem
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Caixa K
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Caixa Papelão
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| Peso caixa vazia |
4 kg |
0,95 kg |
| Peso do produto na caixa |
22 kg |
20 kg |
| No. de caixas no caminhão |
550 |
672 |
| Peso do produto no caminhão |
12.100 kg |
13.440 |
| Peso da caixa no caminhão |
2.200 kg |
638 kg |
| Peso do palete ( cada 10 kg) |
* |
140 kg |
| Peso total da carga |
14.300 kg |
14.218 kg |
| % peso da embalagem / peso do produto |
18,18% |
5,78% |
O frete do produto paletizado rende mais que o do produto não
paletizado, até no volume. O volume de tomate no caminhão
que usa caixa K ( de madeira) é 11 % menor que no caminhão
paletizado com caixa de papelão. Sem falar das outras vantagens
de movimentação e conservação da qualidade
do produto.
Temos também que considerar que quando o valor de venda de
uma caixa de papelão com 20 kg de tomate era R$ 29,00, o
valor de uma caixa k com 22 kg era R$ 26,00.
* não paletizável
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Produtos tipicamente sazonais como o caqui, a uva Niagara e a
tangerina ponkã conseguem um preço bem melhor quando
conseguem entrar no mercado um pouco antes ou um pouco depois da
safra.
A empresa atacadista de produtos hortfrutícolas Carlão
X-15, que produz, compra de outros produtores, classifica e
embala os produtos que comercializa no Entreposto da capital da
CEAGESP, começou a colocar em prática essa estratégia
a partir da primeira quinzena de fevereiro.
Conseguir produtos fora de época é uma arte. Normalmente
esta façanha é alcançada com plantios em regiões
não tradicionais ou com a aplicação de técnicas
sofisticadas de produção.
Em tempo: os meses fortes da Ponkã são abril, maio
e junho.
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Após doze anos de pesquisa, a empresa PESAGRO-RIO (Empresa
de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro), vinculada
à Secretaria de Agricultura do Estado, colocou à disposição
dos citricultores do Rio uma nova variedade híbrida de tangerina,
mais resistente e mais produtiva - a tangerina Jaboti.
Mais econômica que a tangerina Rio, a mais comum no mercado,
a Jaboti pode alcançar preço até 40% maior
para o produtor, já que sua safra ocorre entre março
e abril, época em que há escassez de tangerinas no
mercado.
A produção média da tangerina Jaboti nos últimos
seis anos foi de 76 kg por planta, enquanto a média da tangerina
Rio foi de 55 kg. Algumas plantas da Jaboti, no entanto, apresentam
superprodução, podendo atingir 200 kg de frutos por
planta.
Outra vantagem da cultivar Jaboti está na resistência
ao fungo que provoca a doença conhecida como Pinta Preta,
que pode comprometer até 80% da produção da
tangerina Rio e que, no caso da Jaboti, pode infectar 30% dos frutos,
porém não chega a derrubá-los.
http://www.pesagro.hpg.ig.com.br/pesquisas/frutas.htm
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Você sabe como comprar melão, abacaxi, melancia?
Se a resposta for não, você pode vir aprender junto
aos técnicos do centro de qualidade em horticultura da CEAGESP,
além de dicas como esta, você aprende mais sobre fisiologia
pós-colheita de frutas, verduras e legumes, classificação,
embalagem. basta se inscrever pelo telefone (0xx11) 3643-3892, com
Cláudio ou através do e-mail: cqh@ceagesp.com.br.
O curso acontece às quintas-feiras, das 13:30 às 17:00.
não é cobrada taxa para participar.
O Dia de Cidade é um serviço oferecido aos
produtores pelo Centro de Qualidade em Horticultura (CQH) da CEAGESP.
O objetivo é a mudança da postura do produtor na comercialização
do seu produto.
O produtor tem a oportunidade de conhecer o mercado atacadista,
entender o que valoriza e desvaloriza o seu produto, comparar o
seu produto com o de outras regiões, conversar com o atacadista,
discutir com os técnicos do CQH os seus problemas de comercialização.
Visita ainda uma Central de Distribuição de um grande
supermercado e um grande supermercado.
As inscrições estão abertas. É só
telefonar para o CQH e agendar com o Sassá ou com a Idalina,
através dos fones (11) 3643-3827 e (11) 3643-3825 ou pelo
e-mail para cqh@ceagesp.com.br
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