Merenda com prazer

Fome Zero e a Escola do Sabor

Em vez de pinus, eucalipto

Vagem: quanto mais tenra, melhor

Marketing do caqui

A banana vai mesmo desaparecer?

Qualidade total na agricultura

O fim da mosca branca do tomate
Tomate com carinho Comparando o frete da caixa de papelão ao da caixa K
Tangerina fora de época Tangerina Jaboti
Treinamento e Dia da Cidade  
 

Última Atualização 27/03/2003
Informações técnicas fornecidas pelo CQH - Centro de Qualidade em Horticultura.
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Frase da Semana

"Devemos medir tudo o que for mensurável e tornar mensurável aquilo que não é"

Galileu Galilei

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Merenda com prazer

O Ministério da Educação contratou Nina Horta, banqueteira, cronista e colunista especializada em gastronomia, para montar um ciclo de sete oficinas com merendeiras de todo o país. E o projeto resultou no livro "Vamos comer - da Viagem das Merendeiras, Crônicas e Conversas".
"Apesar de ficarem em segundo plano, elas são fundamentais como educadoras do paladar infantil" - diz Nina.
Uma de suas preocupações era de que as merendeiras eram muito influenciadas pelas nutricionistas. "Comida não é remédio, é nutrição, sim, mas também todo o resto, hora de criancinha comer com prazer, parar, ficar feliz, relaxar. Nossa visão era mais virada para o prazer, mais ligada aos sentidos".
As merendeiras preparam, ao todo, 37 milhões de refeições infantis por dia.
"Elas fazem comida simples, saborosa e sem frescura. São criativas e cozinham como grandes chefs. Isso porque a grande moda agora é comida regional, valorizando a mãe e a avó", afirma Nina.
A publicação faz parte de um grupo de cinco, com uma tiragem de 200 mil exemplares, que serão distribuídos para a pré-escola e ensino fundamental das escolas públicas de todo o Brasil.

 

 

 

Fome Zero e a Escola do Sabor

Entre as ações propostas para o Programa Fome Zero, dentro de Políticas Específicas, está a Educação para o consumo de alimentos, onde estão previstas campanhas publicitárias para educar a população sobre as necessidades de uma dieta balanceada, na prevenção de desnutrição e da obesidade.
O Programa de Educação Alimentar e para o Consumo prevê uma série de ações que buscam informar e orientar a população em geral. A idéia é inserir a discussão em outros programas governamentais, nos meios de comunicação, escolas, empresas e na família para que o brasileiro passe a ter mais consciência na hora de escolher o que levar à mesa. http://www.fomezero.gov.br/
O Projeto Escola do Sabor, elaborado pelo Centro de Qualidade em Horticultura da CEAGESP, integra- se nesta proposta de ação.
O projeto Escola do Sabor está sendo preparado para atingir crianças entre nove e dez anos, junto às escolas públicas e privadas. As crianças dessa faixa de idade são as mais receptivas às mensagens de hábitos apropriados de consumo alimentar, que, uma vez incorporados ao cotidiano, se estabelecerão por toda a vida e poderão influenciar familiares e amigos. Este é o estágio em que os programas escolares incluem tópicos sobre hábitos alimentares, higiene e saúde em geral.
A equipe responsável pelo projeto é formada por educadores, por especialistas em frutas e hortaliças frescas do Centro de Qualidade em Horticultura da CEAGESP e pessoal capacitado na produção de material didático, na articulação com as escolas e no acompanhamento de grupos de crianças em visitas monitoradas. Entre os seus objetivos está a promoção do consumo de frutas e hortaliças frescas, através da percepção do seu sabor e rica diversidade.

 

 

Em vez de pinus, eucalipto


Quem olha uma caixa K (caixa utilizada para embalar produtos hortifrutícolas) pensa que construí-la é muito fácil. O formando de engenharia florestal, Felipe Atoline, mostra aqui alguns dos efeitos da ignorância na fabricação de uma simples caixa K.
Cada vez mais se observa no mercado a substituição da madeira de pinus pela madeira de eucalipto na confecção dessas embalagens. No caso de produtos provenientes do sul da Bahia e do norte do Espírito Santo, praticamente não se encontra mais embalagens de pinus.
Isto acontece por causa da substituição dos plantios de pinus pela cultura do eucalipto na região, impulsionada pelas empresas de papel e celulose que se estabeleceram na região que, além de aumentarem suas áreas de produção, incentivaram o plantio por terceiros. Resultado: não existe mais madeira de pinus disponível na região. Isso tem obrigado as serrarias que produzem embalagens a adotar a madeira de eucalipto, já que o baixo valor agregado das embalagens e as estreitas margens de lucro inviabilizam a compra de madeira em outras regiões, devido ao custo do frete.
E começaram os problemas...
A madeira de eucalipto, que é uma árvore classificada como "folhosa", é mais dura que a madeira de pinus, árvore "conífera". Por ser mais dura é uma madeira mais difícil de ser trabalhada. Outro fator importante é a velocidade de crescimento. O eucalipto apresenta um crescimento muito rápido, o que provoca a formação de tensões de crescimento na madeira. Depois do corte, essas tensões são liberadas, e se não for feito um criterioso trabalho de desdobro e secagem, essas tensões geram uma série de defeitos na madeira.
Os defeitos mais comuns são os empenamentos, encanoamentos e rachaduras, mas também podem surgir torções e abaulamentos. Tudo depende de como a madeira foi serrada e secada. Além disso a madeira de eucalipto é mais pesada que a de pinus, aumentando o esforço de todos os envolvidos na sua movimentação, dos equipamentos aos carregadores. Quando as embalagens são adquiridas novas geralmente ainda estão "verdes", ou seja, foram produzidas com madeira "verde" (não seca, ainda com a umidade natural da árvore) e não passaram por nenhum processo de secagem. Depois de montadas as embalagens vão secando e os defeitos vão aparecendo, geralmente quando já estão cheias de produtos. E esses defeitos podem reduzir muito a resistência da embalagem, e em casos extremos pode simplesmente fazer com que os pregos se soltem ou que a madeira rache onde foi pregada, praticamente desmontando as embalagens.
O que fazer para evitar problemas?
Em primeiro lugar é preciso comprar embalagens de fabricantes idôneos, que ofereçam algum tipo de garantia contra defeitos de fabricação. E sempre exigir a nota fiscal. É necessário ainda evitar ao máximo a aquisição de embalagens de madeira "verde" (úmida), e de embalagens com defeitos visíveis de fabricação (variação na espessura da ripas, testeiras rachadas, ripas fortemente encanoadas).


 

 

Vagem:quanto mais tenra, melhor

Na comercialização atacadista do dia 28 de fevereiro, na CEAGESP, havia basicamente três valores de vagem-manteiga no mercado, num dos maiores atacadistas de vagem : R$ 70,00, R$ 40,00 e R$ 35,00. A diferença estava na tenrura ( maciez) da vagem, característica muito visível para quem conhece o produto, mas muito pouco mensurável, de difícil caracterização.
É só uma questão de colher a vagem mais cedo, mais tenra. Parece muito simples, mas quanto mais tenra a vagem, mais rápido ela murcha. O desenvolvimento na lavoura é muito rápido e ele precisa ser colhida todo dia, praticamente. No pico da colheita fica ainda mais complicado.
O Centro de Qualidade em Horticultura da CEAGESP, no trabalho de desenvolvimento da norma de classificação de vagem, ainda não conseguiu encontrar uma forma de mensurar a sua tenrura. A vagem mais tenra tem mais polpa, é mais fina, a área ocupada pela semente é maior e não apresenta ondulações, sinais externos do formato da semente.
Aqui vão os resultados preliminares de uma medição, que deverá se repetir, que utilizou o maior diâmetro da vagem, a relação entre o espaço ocupado pela semente e pela polpa na ocupação do comprimento da vagem e a medida da intensidade da ondulação através da relação entre o diâmetro da semente e da polpa.
Entre todas as medidas feitas a que apresentou relação mais consistente com a tenrura da vagem foi a relação entre o espaço ocupado pela semente e o espaço ocupado pela polpa no comprimento da vagem. Talvez pudéssemos ter 4 classes de tenrura, de acordo com o índice até 0, de 0 a 1 e de 1 a 2. A vagem com um índice maior que 2, isto é com uma relação comprimento da semente e da polpa das semente maior que 3, já estaria passada.
É bom lembrar que o uso deste tipo de medida é necessário no controle de qualidade. O produtor deverá observar o momento correto da colheita.

 

 

 

Marketing do caqui

O caqui é uma fruta asiática que se deu muito bem no Brasil, especialmente no estado de São Paulo, onde é cultivado principalmente pela colônia japonesa.
Inicialmente tida como fruta exótica e, portanto, cara, hoje o caqui é produzido em grandes volumes e tem preço acessível quando a safra está no auge, o que ocorre agora em março.
Este ano, os produtores de caqui estão desenvolvendo um trabalho muito interessante para divulgar o seu produto: uma campanha de marketing através da qual encaminham artigos sobre o caqui para emissoras de rádio e televisão e para jornais e revistas. A campanha também vai promover a venda da fruta em 26 feiras no município de Guarulhos e terá ainda exposições educativas com degustações no Parque do Ibirapuera. Também foi criada na Internet a página www.hortibrasil.org.br/caqui/, com muitas informações sobre a fruta.
Vamos torcer para que essa iniciativa pioneira dê certo e seja imitada pelos produtores de outras frutas e, é claro, vamos aproveitar, porque agora é tempo de caqui.

 

Programa de Rádio "O agronegócio é o negócio do Brasil" de Otávio Gutierrez de 14 de março de 2.003.

 

 

A banana vai mesmo desaparecer?

Recentemente apareceu com grande destaque na televisão a previsão de um cientista belga, que afirma que a banana vai desaparecer do mundo em dez anos, tragada por pragas incontroláveis. É claro que a notícia assustou muito os brasileiros, que adoram banana - banana frita, banana cozida, banana em calda, banana passa, bananada e simplesmente banana - tanto que o Brasil, segundo maior produtor mundial de banana, não exporta quase nada: nós damos conta das mais de 6 milhões de toneladas que produzimos aqui mesmo.
Será que a banana vai mesmo desaparecer?
A Embrapa, nossa principal instituição de pesquisa agrícola garante que não. A fragilidade genética da banana das grandes companhias americanas que plantam na América Central está no uso de uma única variedade, o que não fazemos aqui, e também em um monte de besteiras ecológicas feitas por essas companhias, que fazem mais de 50 aplicações de produtos químicos por ano nos bananais, para que suas bananas fiquem lisinhas como se fossem de plástico, bobagem que também não fazemos aqui.
Portanto, a banana brasileira não apenas não vai desaparecer como é capaz de vir a substituir a futuramente falecida banana plastificada que americanos e europeus atualmente consomem.

Programa de Rádio "O agronegócio é o negócio do Brasil" de Otávio Gutierrez de 26 de março de 2.003.

 

 

Qualidade total na agricultura

No dia 26 de março de 2003, o Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio de Engenharia e Automação do Instituto Agronômico de Campinas estará promovendo a realização de uma curso voltado para a difusão dos princípios e aplicações da filosofia da qualidade total no gerenciamento agrícola.
O curso será ministrado pelo pesquisador Afonso Peche Filho, especialista em controle de qualidade da mecanização, e tem como público alvo empresários rurais, administradores, engenheiros e outros profissionais ligados a área de ciências agrárias.
O programa enfoca seis tópicos considerados como fundamentais para entendimento das atividades gerenciais relacionadas com a implantação da gestão da qualidade em sistemas de produção agrícola. E será apresentado numa carga horária de oito horas, distribuídas entre 8:00 e 16:00 horas.
O curso consolida a base de conhecimentos adquiridos pela pesquisa na aplicação de conceitos da qualidade total na gestão de sistemas operacionais na produção agrícola.
Maiores informações poderão ser obtidas pelo telefone 11 45828467 ou 45828155, com Afonso Peche Filho ou Sônia Elisabete Pereira, ou pelo e-mail apeche@terra.com.br

 

 

O fim da mosca branca do tomate

A empresa GRAVENA, de Jaboticabal, especializada em manejo ecológico de pragas, apresentou uma proposta de trabalho para resolver o problema da mosca branca do tomate.
Após o desenvolvimento do trabalho todas as áreas de plantações de tomate, de mesa e industrial, deverão estar com redução de pelo menos 50% no uso de inseticidas, através da implementação do sistema Gravena de Manejo Ecológico de Pragas (MEP) em três anos. O trabalho prevê :
1. Realização de um plano de pesquisas em busca de melhores táticas e estratégias para serem incorporadas ao sistema de MEP já existente atualmente e desenvolvido pela GRAVENA-ManEcol Ltda.
2. Levar ao conhecimento dos plantadores de tomate a real possibilidade de redução de custos e agregação de valores na sua produção através de cursos, palestras e informes.
3. Treinamento dos Manejadores de pragas que irão participar do programa tais como meeiros, arrendatários, proprietários, técnicos, agrônomos, consultores e empacotadores de tomate.
4. Treinamento de Inspetores de pragas que irão fazer parte do programa na função de amostragem, monitoramento e outras atividades relacionadas como o MEP como "rouguing" de plantas doentes.
5. Implantação de campos pilotos com a metodologia da Gravena em todas as propriedades que aderirem ao programa, por cadastramento junto à Gravena-ManEcol Ltda.
6. Programação de dias de campo nos campos pilotos.
7. Divulgação dos resultados na mídia e no meio produção / con-sumo.
8. Implementação do MEP na totalidade da área de adesão do programa.
9. Auxiliar na redução dos problemas técnicos, ambientais, de resistência e econômicos advindos das generalizadas infestações do complexo mosca branca Bemisia tabaci Gennadius / B. argentifolii nos sistemas agrícolas representados pelos extensos cultivos de tomate de mesa e tomate industrial, no Brasil.
O prazo para a realização do trabalho, iniciado no dia 1º de março, é de três anos.
Maiores informações com :
GRAVENA - Manejo Ecológico de Pragas Ltda.
R. Monteiro Lobato, 856, CEP14870-000, Jaboticabal, SP Fone/Fax(016) 323-2221
e-mail gravena@asbyte.com.br Internet: http://www.limeira.com.br/gconci/gravena.htm

 

 

Tomate com carinho

O tomate foi o primeiro produto trabalhado pelo Programa Paulista de Melhoria dos Padrões Comerciais, programa que hoje se tornou Brasileiro. O tomate é uma das hortaliças mais importantes. Para garantir o seu abastecimento durante todo o ano os atacadistas da CEAGESP recebem o produto de diferentes regiões em diferentes épocas do ano.
A produção de tomate tem passado por problemas graves, como o da mosca branca. O tomate também foi pioneiro, nas hortaliças, na adoção de máquinas de classificação. Máquinas sofisticadas, que lavam e secam, classificam por cor e tamanho, bem instaladas em barracões modernos.
Agora além de um produto lavado e classificado, ele chega também bem embalado, numa das embalagens mais modernas do mundo, a caixa "hot melt". Colada quente, essa caixa é mais firme e mais leve. Além da máquina de classificação, quando o movimento é suficientemente grande, são instaladas nos barracões as máquinas de montagem destas embalagens.
No final de fevereiro, um dos maiores e mais tradicionais atacadistas da CEAGESP, Luizão da empresa Santa Cecília Com. Ltda., também grande produtor de tomates, passou a fornecer aos seus compradores tomate lavados, classificados, rotulados, em caixas de papelão de 20 kg.
E mais: o tomate chega paletizado, em caminhão com 14 paletes. Cada palete tem 48 caixas. São 8 caixas de altura e 6 colunas. O transporte unitizado é utilizado na saída da origem, na chegada ao mercado e até na entrega ao comprador. O tempo de carga e descarga é 8 vezes menor e o produto não sofre batidas durante a sua movimentação.

 

 

Comparando o frete da caixa de papelão ao da caixa K (de madeira)
Embalagem
Caixa K
Caixa Papelão
Peso caixa vazia 4 kg 0,95 kg
Peso do produto na caixa 22 kg 20 kg
No. de caixas no caminhão 550 672
Peso do produto no caminhão 12.100 kg 13.440
Peso da caixa no caminhão 2.200 kg 638 kg
Peso do palete ( cada 10 kg) * 140 kg
Peso total da carga 14.300 kg 14.218 kg
% peso da embalagem / peso do produto 18,18% 5,78%

O frete do produto paletizado rende mais que o do produto não paletizado, até no volume. O volume de tomate no caminhão que usa caixa K ( de madeira) é 11 % menor que no caminhão paletizado com caixa de papelão. Sem falar das outras vantagens de movimentação e conservação da qualidade do produto.
Temos também que considerar que quando o valor de venda de uma caixa de papelão com 20 kg de tomate era R$ 29,00, o valor de uma caixa k com 22 kg era R$ 26,00.

* não paletizável

 

 

Produtos tipicamente sazonais como o caqui, a uva Niagara e a tangerina ponkã conseguem um preço bem melhor quando conseguem entrar no mercado um pouco antes ou um pouco depois da safra.
A empresa atacadista de produtos hortfrutícolas Carlão X-15, que produz, compra de outros produtores, classifica e embala os produtos que comercializa no Entreposto da capital da CEAGESP, começou a colocar em prática essa estratégia a partir da primeira quinzena de fevereiro.
Conseguir produtos fora de época é uma arte. Normalmente esta façanha é alcançada com plantios em regiões não tradicionais ou com a aplicação de técnicas sofisticadas de produção.
Em tempo: os meses fortes da Ponkã são abril, maio e junho.

 

 

Após doze anos de pesquisa, a empresa PESAGRO-RIO (Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro), vinculada à Secretaria de Agricultura do Estado, colocou à disposição dos citricultores do Rio uma nova variedade híbrida de tangerina, mais resistente e mais produtiva - a tangerina Jaboti.
Mais econômica que a tangerina Rio, a mais comum no mercado, a Jaboti pode alcançar preço até 40% maior para o produtor, já que sua safra ocorre entre março e abril, época em que há escassez de tangerinas no mercado.
A produção média da tangerina Jaboti nos últimos seis anos foi de 76 kg por planta, enquanto a média da tangerina Rio foi de 55 kg. Algumas plantas da Jaboti, no entanto, apresentam superprodução, podendo atingir 200 kg de frutos por planta.
Outra vantagem da cultivar Jaboti está na resistência ao fungo que provoca a doença conhecida como Pinta Preta, que pode comprometer até 80% da produção da tangerina Rio e que, no caso da Jaboti, pode infectar 30% dos frutos, porém não chega a derrubá-los.
http://www.pesagro.hpg.ig.com.br/pesquisas/frutas.htm

 

 

Você sabe como comprar melão, abacaxi, melancia?
Se a resposta for não, você pode vir aprender junto aos técnicos do centro de qualidade em horticultura da CEAGESP, além de dicas como esta, você aprende mais sobre fisiologia pós-colheita de frutas, verduras e legumes, classificação, embalagem. basta se inscrever pelo telefone (0xx11) 3643-3892, com Cláudio ou através do e-mail: cqh@ceagesp.com.br.
O curso acontece às quintas-feiras, das 13:30 às 17:00. não é cobrada taxa para participar.

O Dia de Cidade é um serviço oferecido aos produtores pelo Centro de Qualidade em Horticultura (CQH) da CEAGESP. O objetivo é a mudança da postura do produtor na comercialização do seu produto.
O produtor tem a oportunidade de conhecer o mercado atacadista, entender o que valoriza e desvaloriza o seu produto, comparar o seu produto com o de outras regiões, conversar com o atacadista, discutir com os técnicos do CQH os seus problemas de comercialização. Visita ainda uma Central de Distribuição de um grande supermercado e um grande supermercado.
As inscrições estão abertas. É só telefonar para o CQH e agendar com o Sassá ou com a Idalina, através dos fones (11) 3643-3827 e (11) 3643-3825 ou pelo e-mail para cqh@ceagesp.com.br